Bruna.
23 outubro 2010
Querido John,
Bruna.
17 outubro 2010
09 outubro 2010
Diz que os olhos veem, e o peito já sente..
E lá estava ela, entregando quem ela tanto queria para aquela que tanto a queria bem. Os apresentou, viu o olhar dos pombinhos se encontrarem e um lindo sorriso bobo brotar nos lábios de cada um. Depois viraram para ela e sorriram ainda mais, em agradecimento. Eles estavam felizes. A cúpido também... A verdade é que ela não sabia direito o que estava sentindo. Tudo estava tão confuso. Por um lado a felicidade reinava em seu coração, afinal, pela primeira vez sua amiga estava conhecendo o amor de perto; e ao ver aquela felicidade brilhando nos olhos da menina, era impossível não ficar feliz pela amiga. Mas, ao mesmo tempo em que a felicidade dominava, o ciúmes lutava por um espacinho, pois aquele garoto que estava começando a virar o príncipe da história de sua amiga, era o príncipe que ela havia desejado. Era ele quem ela queria que fosse o seu herói. Aquele que enfrentaria o dragão para salvá-la da torre. Aquele que lhe daria um beijo apaixonado, e a acordaria do sono eterno. Aquele que viria em um tapete voador, e lhe mostraria um mundo melhor. Aquele que salvaria a ela e a sua tribo das mãos do homem da cidade. Não importava qual fosse o conto de fada, ela simplesmente queria que ela fosse a princesa, e aquele seu príncipe. Mas, não... A realidade não era aquela. A princesa, afinal, era uma das suas melhores amigas, e ela, apenas a fada madrinha. Pensou por um instante em arranjar uma desculpa e levar o príncipe para longe dali. Longe das duas, num lugar que ele não pertencesse a ninguém... Foi então que alguém a chamou, e fez com que saísse do transe. Sua amiga lhe olhava e sorria, quando viu aquele sorriso feliz, a menina percebeu que não estava pensando como uma fada madrinha, e sim, como uma bruxa. Não! Ela não seria a bruxa do conto de fadas da sua amiga. Então, simplesmente sorriu, respondeu alguma coisa e saiu andando. O príncipe e a princesa não entenderam nada. A gritaram, pedindo para que ela voltasse. Ela não ia voltar. Apenas acenou e foi seguindo o seu caminho. Estava na hora dela procurar realizar o seu conto de fadas, mas com o seu verdadeiro príncipe. Onde ele estava? Ainda não sabia, mas iria procurar... E, então, em um passe de mágica, sumiu.
04 outubro 2010
Beija eu, me beija. E deixa o que seja ser...
02 outubro 2010
Me pega, mas não se apega!

24 setembro 2010
19 setembro 2010
'We are young, we run free.'
"We are young, we run free
Stay up late, we dont sleep
Got our friends, got the night
We'll be alright"
13 setembro 2010
Por falar em saudade, onde anda você?
Essa tal de saudade que bate na porta, as 4 da tarde, e leva a minha paz. Essa tal de saudade, que vem de repente, e que mexe comigo e gruda demais. Essa tal de saudade que me deixa pensando no que já passou e não volta mais, com aquele gostinho na boca, de quem quer de novo. Essa tal de saudade que fica no peito, me tira o sossego, sem as vezes eu saber saudade de que. Essa tal de saudade...
10 setembro 2010
Não fique (longe), por favor!
Eu tenho medo de ficar desejando que o tempo passe rápido, para que assim eu não tenha mais que te ver todos os dias, e não tenha que ficar escondendo e guardando isso tudo que eu ando sentindo por você. Medo de ficar desejando que a vida nos separe. Você seguindo seu destino na América do Norte, e eu indo para a minha Europa, que tanto me espera. Talvez desejar o ser amado do outro lado do Globo Terrestre, seja uma atitude insana. Mas não é. Eu só não quero mais viver esse nosso momento, que é só meu, que só eu vivo. Que dói. Porque eu cansei de escrever essa nossa linda história de amor que não existe, mas que cisma de ficar surgindo na minha cabeça, sem veracidade alguma, sem autorização. Doce ilusão, saía de mim! Enquanto o calendário se nega em mudar correndo os meses, eu vou desejando para que apressem os ponteiros dos relógios. E, pensando bem, talvez seja melhor que a amizade não continue, por mais que isso seja egoista da minha parte. Que você simplesmente guarde lembranças boas da nossa amizade, da cumplicidade que nós tivemos no colégio, e nada mais. Espero que você não sinta saudades, pois assim não vai resolver me procurar em um dia qualquer, ou mandar um recado, ou quem sabe pior: me ligar. Não me ligue. Não posso ouvir a sua voz após tanto tempo longe de você, se não, você vai me fazer a pessoa mais feliz do mundo. Mas por pouco tempo. Porque depois eu vou lembrar de tudo que eu nunca te disse. Do meu amor. Do meu medo. Da minha insegurança. Da minha falta de coragem. Afinal, por mais que a gente nunca desse certo, como eu ansiava, eu pelo menos podia ter me arriscado, porque não se pode ter certezas sobre o sentimento, ainda mais quando é o de outra pessoa. E, então, a culpa vai me dominar por nunca ter deixado as palavras, que o meu coração tanto queria que o seu ouvisse, saíssem da minha boca: eu te amo. Antes eu tivesse contado, porque mesmo que em seguida eu ouvisse um “obrigado, mas você é minha amiga”, eu pelo menos teria tentado ser feliz com você.


Apressa-te a viver bem

