29 novembro 2010

18 anos, inconsequente.

Hoje às 22:54 horas eu irei completar 18 anos e 4 dias de vida. Para quem não entendeu, o meu aniversário foi quinta-feira. Queria ter postado aqui no dia certinho, mas como esse ano foi o aniversário da "maioridade" tinha muitos planos e coisas para fazer, então não deu. Foi praticamente uma maratona de comemorações: terça, bolinho na casa da minha irmã; quarta, comprar roupa para as bagunças; quinta, jantar com a família; sexta, churrasco com os amigos do Rio; sábado, boate com os amigos de Niterói; e fechando no domingo com o show do Victor e Léo. Como diria um amigo meu "muuuuuuuuuuito legal!". E bem, agora eu já tenho 18 aninhos, já posso beber, ser presa, ir para um motel e coisas desse tipo. Não que eu nunca tenha feito isso. haha Brincadeira. Enfim, PARABÉNS PARA MIM ATRASADO! MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA! MUITO AMOR, DINHEIRO, DINHEIRO, DINHEIRO E PAZ! HAHA Porque eu mereço! ((=

20 novembro 2010

Draco Dormiens Nunquam Titilandus.

Lumus. Um ano. É mais ou menos esse tempo que falta para o fim. Não o fim literalmente, porque afinal, Harry Potter está dentro de mim, faz parte de mim, e isso o torna eterno - por mais que a eternidade, nem eu mesma possua. Mas, o fim do filme se aproxima, e assim como eu chorei bastante quando o último livro acabou, tenho certeza que irá suceder novamente. Quando o último livro foi lançado e eu o peguei em minhas mãos já senti que aquela leitura não seria fácil, pois nunca fui boa em dizer adeus para as pessoas que eu amo. E então quando eu o abri e li "e para você que ficou com o Harry até o fim" não me aguentei e comecei a chorar. Sim, comecei a chorar desde a dedicatória, e foram milhões de lágrimas durante o livro inteiro, até a última palavra do livro. A cada página que eu lia o meu coração ficava cada vez mais apertado porque eu sabia que o fim estava se aproximando e ainda tinha aquela expectativa de quantas pessoas mais a JK iria matar. O Harry talvez?! Só que pensando bem, talvez a crise de choro dessa vez seja até maior, porque quando eu terminei o livro, sabia que haveria mais um filme para me confortar, mas agora, o filme acabando simplesmente... Acabou! (...) Porém, eu não fiquei com o Harry até o fim. Como eu já disse, a saga Harry Potter é eterna. Porque o fim não existe. Já a eternidade, sim. No meu coração. Nox.

10 novembro 2010

"Mas gosto de perceber..

(...) que as dores são cada vez mais rapidamente superadas."


De tanto sofrer você aprende, que a dor de agora, amanhã já se foi. Então você tem que ser forte e suportar, porque logo outra dor virá. E assim vai ser, sempre. E você vai sobreviver, sempre.

“Você pensa que nunca vai esquecer, e esquece.
Você pensa que tudo é eterno, mas não é.”

05 novembro 2010

Cheiro bom (do coração).

Pasmem, mas quando eu sinto cheiro de suor eu lembro de alguém que eu gostava muito (e que eu ainda gosto, porque não?!). Sei que vocês devem estar pensando o quanto é nojento isso, só que, vão por mim, há uma leve diferença na fragrância do suor para o fedor. E, obviamente, tenho que defender a minha nostalgia: eu me lembro de suor porque eu sempre o encontrava sexta-feira à tarde, e nessa hora ele estava, normalmente, no meio do futebol. Então, quando me via, simplesmente saia correndo do campo, largando o jogo independente do que estivesse acontecendo, e vinha me abraçar... Todo suado. Completamente suado. No começo eu ficava com nojo e com raiva. Gritava para ele me largar e só parava quando já estivesse livre. Mas depois que ele se afastava e voltava para o jogo, eu percebia que o preferia suado, me abraçando, do que suado e longe de mim. Porque, queridos, vão por mim, há uma leve diferença entre um abraço suado sem amor e com amor.

01 novembro 2010

Esquina, paranóia delirante.

Ela decidiu ir almoçar com um casal de amigos em um restaurante ali perto. Não sabia ao certo o porquê de estar fazendo aquilo, já que estava querendo economizar dinheiro e a sua tia havia oferecido o almoço em sua casa. Mas mesmo assim foi. Talvez por causa do jeito meigo pelo qual foi chamada pelo casal. Ou, talvez, tinha a esperança de esbarrar com Alguém no caminho. Enquanto almoçava, tentou evitar ficar olhando pela janela do restaurante, na esperança de que Alguém passasse; porém, não conseguiu. O desejo de encontrá-lo novamente era forte. Pensou que realmente o destino estava contra ela, e que não esbarraria com esse Alguém tão cedo... Foi aí que ele passou. Imediatamente ela abriu um largo sorriso, e ficou esperando que ele se virasse e a visse ali, e resolvesse lhe dar um simples ‘oi’ que fosse. Só que ele não olhou na sua direção. Simplesmente não a viu e passou direto. É, se foi. Terminou de almoçar, conversou mais um pouco com o casal de amigos, pagou a conta e foi embora, pois tinha que ir para o trabalho. Quando dobrou a esquina, porém, viu Alguém parado em um ponto de ônibus. Em seu rosto abriu um largo sorriso novamente, mas, ela ficou em dúvida se falava com ele ou não. Resolveu falar, afinal, sabia se não o fizesse, depois iria se arrepender. Deu um esbarrão em Alguém e virou para pedir desculpas. Riu fingindo estar surpresa por encontrar com ele ali. Ele também riu – talvez por saber que ela fez de propósito, ou simplesmente por estar feliz em vê-la novamente, de qualquer forma, foi um bom sinal. Conversaram um pouquinho, e como sempre, ela ficou nervosa na presença dele, e acabava se enrolando – torceu para que ele não estivesse percebendo. Falaram sobre o colégio, sobre o futuro, o destino de cada um no mundo. Para ela aquela conversa durou horas, apesar de estar ali menos de meia-hora - desejava muito que não tivesse fim. Despediram-se. Pensou se o abraçava ou não. Ah, como ela sentia saudades do abraço dele! Mas, não... não o fez. Simplesmente deram um aperto de mão e um sorriso. Ela se virou e foi embora, o deixando ali, esperando o ônibus. Assim como ele faria no futuro, a deixando ali, e pegando o seu avião, para longe. Bem longe.

28 outubro 2010

Senhores passageiros,

Eu sempre tive uma vontade louca de escrever algum texto, por mais aleatorio que fosse, no aeroporto. Agora, adivinhem aonde eu estou? Palmas para quem disse aeroporto de Viracopos, em Campinas! Ok, palmas para quem simplesmente disse aeroporto. haha Claro que eu nao estou escrevendo o texto em tempo real, porque, para a minha vontade ficar completa, falta apenas o notebook (deixo, porem, o aeroporto + texto aleatorio+ notebook para quando eu for para Londres! rs). Estou escrevendo o texto atras da capa da minha apostila de geografia (que eu trouxe para estudar, pois tenho prova segunda feira, porem... nao consegui, mas enfim rs.). e a mulher que esta sentada do meu lado fica toda hora me olhando, tentando imaginar, talvez, o que eu estou escrevendo. Gente fofoqueira e' um problema. haha
Entao, queridos, voces ja andaram de aviao? Gostaram? Sentaram no corredor e passaram a viagem inteira de olhos fechados desejando chegar logo em terra firme, ou foram na janela e ficaram animados com as nuvens e super se divertindo quando tinha tuburlencia? Bem, eu sou do tipo que chora para sentar na janela e fica que nem uma criancinha rindo e tirando fotos das nuvens e de tudo dentro do aviao. Cheguei a conclusao de que: a minha vida 'e viajar! Eu amo, sou apaixonada e louca para viajar SEMPRE! Seja para o interiorrrrr ou para Nova Iorque. Ate hoje eu so fui para um lugar fora do Brasil (Uruguai!) e dentro so para SP e ES, mas mesmo assim, eu me sinto completa quando estou viajando e conhecendo lugares e pessoas.
Enfim, 'e isso. Eu disse que nao ia ter muito nexo esse texto, era simplesmente uma vontade minha de escrever no aeroporto sobre... qualquer coisa. Agora eu tenho que ir, porque ainda vou pegar um onibus para Sorocaba, aonde vou encontrar a minha linda amiga Leticia!
Beijos, obrigada pela atencao e tenham uma boa viagem!

23 outubro 2010

Querido John,

Não me contive e tive que lhe escrever esta carta. Acabei de ler sobre a sua história de amor com a linda Savannah Lynn Curtis, e me encantei. O encantamento pelo amor de vocês foi tanto, que me senti parte de vocês dois, e devorei esse amor em dois dias, que para mim foram anos de espera. Até agora sinto o meu coração acelerado quando lembro de vocês e do amor que os ligou durante tanto tempo. Um amor forte, que a distância não foi capaz de destruir. Porque, apesar dos pesares, a Lua ainda é de vocês. Esteja ela cheia, nova, miguante ou crescente. Obrigada por terem me dado a oportunidade de sentir um pouco do amor verdadeiro e eterno, mesmo eu não acreditando muito nessa eternidade, aqui no mundo real. Porque como você mesmo disse "Por um breve instante, é como se estivessemos juntos de novo". Eu sempre estarei com vocês. E com a Lua.

Com amor,

Bruna.

17 outubro 2010

Ninguém pode fugir do amor!

"Você se casou com um sonho.
Um sonho que roubou a sua alma. (...)

Eu sei que você a ama.
Afinal, como você poderia a odiar tanto, se não a amasse."

09 outubro 2010

Diz que os olhos veem, e o peito já sente..

E lá estava ela, entregando quem ela tanto queria para aquela que tanto a queria bem. Os apresentou, viu o olhar dos pombinhos se encontrarem e um lindo sorriso bobo brotar nos lábios de cada um. Depois viraram para ela e sorriram ainda mais, em agradecimento. Eles estavam felizes. A cúpido também... A verdade é que ela não sabia direito o que estava sentindo. Tudo estava tão confuso. Por um lado a felicidade reinava em seu coração, afinal, pela primeira vez sua amiga estava conhecendo o amor de perto; e ao ver aquela felicidade brilhando nos olhos da menina, era impossível não ficar feliz pela amiga. Mas, ao mesmo tempo em que a felicidade dominava, o ciúmes lutava por um espacinho, pois aquele garoto que estava começando a virar o príncipe da história de sua amiga, era o príncipe que ela havia desejado. Era ele quem ela queria que fosse o seu herói. Aquele que enfrentaria o dragão para salvá-la da torre. Aquele que lhe daria um beijo apaixonado, e a acordaria do sono eterno. Aquele que viria em um tapete voador, e lhe mostraria um mundo melhor. Aquele que salvaria a ela e a sua tribo das mãos do homem da cidade. Não importava qual fosse o conto de fada, ela simplesmente queria que ela fosse a princesa, e aquele seu príncipe. Mas, não... A realidade não era aquela. A princesa, afinal, era uma das suas melhores amigas, e ela, apenas a fada madrinha. Pensou por um instante em arranjar uma desculpa e levar o príncipe para longe dali. Longe das duas, num lugar que ele não pertencesse a ninguém... Foi então que alguém a chamou, e fez com que saísse do transe. Sua amiga lhe olhava e sorria, quando viu aquele sorriso feliz, a menina percebeu que não estava pensando como uma fada madrinha, e sim, como uma bruxa. Não! Ela não seria a bruxa do conto de fadas da sua amiga. Então, simplesmente sorriu, respondeu alguma coisa e saiu andando. O príncipe e a princesa não entenderam nada. A gritaram, pedindo para que ela voltasse. Ela não ia voltar. Apenas acenou e foi seguindo o seu caminho. Estava na hora dela procurar realizar o seu conto de fadas, mas com o seu verdadeiro príncipe. Onde ele estava? Ainda não sabia, mas iria procurar... E, então, em um passe de mágica, sumiu.

04 outubro 2010

Beija eu, me beija. E deixa o que seja ser...

Já era tarde. Eles tinham que se despedir, pois cada um seguiria seu caminho, e estes eram diferentes. Ela ia procurar mais farra. Ele ia para a casa. “Tchau” foi o que ela disse, e ele repetiu em seguida, mas nenhum dos dois se mexeu. Ficaram ali, se olhando durante algum tempo. Muito tempo? Pouco tempo? Impossível saber quando se esta perdida nos olhos de alguém. Foi então que ela se mexeu para se despedir direito, dando-lhe um beijo na bochecha. Outro beijo na outra bochecha. Um terceiro beijo estava por vir, mas esse em um lugar especial. Aproximaram-se, sem mesmo perceber. Porém, quando suas bocas estavam quase se encontrando - coisa que haviam ansiado a noite inteira - bateu um vento, e o cabelo da menina voou sobre a sua face, impedindo que a boca dele acertasse a dela, batendo na trave. É... Talvez não fosse mesmo para acontecer. Ela riu sem graça, e ele também. E então sem querer, mas o tendo que fazer, ela foi embora, reclamando com o vento o motivo de sua direção. E o menino ficou ali, esperando a sua carona chegar.

(...) Mas, talvez, esse não fosse o fim. Apenas o começo.