02 setembro 2016

"Se o tempo curasse tudo, ninguém tomava remédio." (Dr. House)

Sexta-feira, 8:29h. Acabei de engolir o meu primeiro remédio contra a ansiedade com a ajuda de quase meio litro de água. Não que fosse necessário essa quantidade toda de liquido para fazer o remédio descer - até porque eu tomo comprimido sem água na maioria das vezes -, mas eu estava com sede... e um pouco nervosa, confesso. Talvez nervosa não seja a palavra certa, mas, sim, ansiosa. Pois é: saber que eu iria tomar pela primeira vez um remédio contra a ansiedade me deixou ansiosa, e isso já há 3 dias, desde quando a médica me receitou. Comentei com algumas pessoas que eu começaria a tomá-lo, e como eu já esperava ouvir: não faça isso, você consegue sozinha! Não, amigos, infelizmente eu não estou conseguindo sozinha... Se vocês estivessem no meu lugar, saberiam que eu só fui ao médico porque havia chegado ao meu limite. E não fui ao médico pedir remédio, fui pedir ajuda, fazer exames, comecei até a ir ao psicólogo. Só que ainda não era o suficiente, porque apesar de ficar bem 80% do tempo, quando os 20% chegavam, era um estrago. Ou melhor, me fazia um estrago. 
Obvio que se eu pudesse escolher, eu escolheria não tomar remédio nenhum. Certo, eu posso escolher, mas seria uma escolha entre ter um corpo saudável e uma mente doente. Doente, neurótica, fora da realidade. Ou, quem sabe, optar por aqueles remédios naturais; já tentei e não me fez nem cócegas. Ah se vocês ficassem pelo menos 5 minutos dentro da minha cabeça.. Pensassem as coisas que eu penso... Sentissem da forma que eu sinto... Tivessem a falta de ar e o coração acelerado... Bateriam palmas por eu ter aguentado tanto tempo sozinha. Sei que sou forte, sei que tenho que aprender a lidar com tudo isso sem a ajuda de fora, e juro que estou buscando me encontrar pra isso. Mas, até lá, apenas me ofereçam um abraço e/ou um "vai ficar tudo bem". E, por favor, não me julguem.  

01 setembro 2016

Deixa a (c)alma respirar.

Por favor, para com isso. Respira, fecha os olhos. Sei que nem ficar de olhos fechados você consegue porque fica agoniada, mas tenta. Para de se preocupar com tudo que as pessoas falam, para de se preocupar com o que você falou ontem e com o que vão pensar. Alivia essa tua alma, menina. Alivia esses teus pensamentos. Infelizmente as pessoas falam muita coisa da boca pra fora e não sabem a intensidade que o outro possa receber isso. Mas não deixa isso te abalar, não. Coloca a sua felicidade na sua própria mão. Entenda que o que pensam de você não importa, entenda que você não tem como controlar o mundo. Então viva um dia de cada vez, um segundo de cada vez.. Para de pensar daqui há 2 horas, daqui 5 dias, daqui há 5 anos. Nós não sabemos do futuro, menina. Deixa ele só chegar.. Porque cada futuro é na verdade o presente. Então, relaxa... Relaxa, respira - mesmo eu sabendo o quanto você odeio quando te falam isso -, mas além do corpo, deixa a sua alma respirar, pare de a sufocar com tanto pensamento. Estamos combinadas assim? 
Se acalma, tudo passa, você sabe disso melhor do que ninguém... Tudo vai ficar bem.

12 maio 2016

The Biggest Loser.

    Em Março de 2013 eu fui morar nos EUA e passei 5 meses por lá. Quando fui eu pesava 98kg e tinha 1,66m de altura. Ouvi muitas pessoas falando o quanto eu voltaria imensa, pois, afinal, os EUA são os EUA, né? Fast food, doces baratos, etc. Mas para a surpresa de todos - e confesso que para a minha também - eu voltei com 90kg. Sim, 8kg a menos!
    Primeiro, eu quero fazer uma observação: VOCÊS JÁ SE PESAREM NUMA BALANÇA EM "POUNDS"? Que dor no coração que aquilo dá! Ver marcando 215.6 lbs. Me senti um elefantinho. 
Com 98 kg - Em Dezembro de 2013 (no Brasil) e Março de 2014 (já nos EUA). 
    Ironicamente, não deixei de comer nada que eu queria lá. Comi Nutela, Kitkat, Rafaello, Marshmallow, Manteiga de amendoim, comida japonesa, entre mil e outras coisas que eu sou apaixonada - ou que me apaixonei por lá. A questão é que lá nos EUA eu não estudava, não trabalhava - ficava apenas de babysitter dos meus sobrinhos -, e me sentia segura o suficiente para ficar perambulando pelas ruas sozinhas. Ou seja, não ficava ansiosa - e acabava descontando na comida -, e tinha tempo para malhar - tinha uma academia no meu condominio - e comecei a pegar o gosto por corridas, já que tinha mil e um lagos e árvores maravilhosas por lá, que me encantavam em ficar olhando (e tirando fotos rs).
"A foto não tem nada de interessante, mas pra mim ela é especial por causa do short! Não, ele não é novo, deve ser bastante velho até, eeeee... ele não cabia em mim!! E olha só agora :))
Pra todo mundo que falou "duvido vc emagrecer nos EUA, ninguém consegue, todo mundo engorda lá", aqui vai o meu: ninguém me diz o que eu consigo ou não! Claro que eu ainda tenho muito o que emagrecer, mas estou só começando..." [foto e legenda postadas no facebook em 27 de Abril de 2013, nos EUA] 
    Pois bem, voltei e alguns meses depois, já com a rotina normal de volta - faculdade e estágio -, saindo de casa cedo e voltando tarde, percebi que os quilos que eu havia perdido na terra do Tio Sam já estavam querendo voltar. Fui a nutricionista - tirando a última que fui recentemente, nunca gostei de nenhuma... Tentei comer menos doces... Fazer algum exercicio físico (mesmo com a falta de tempo)... Comer de 3h em 3h.... Comer em menor quantidade... Enfim, todas essas coisas que as pessoas tentam fazer quando querem emagrecer. O problema é que: nada deu certo.
Junho de 2013 na Disney. Já pesava em torno de 90kg.  
    Não vou entrar na questão de eu ter ansiedade generalizada e descontar tudo na comida, porque muita gente não consegue entender a gravidade disso. Porém, assim como muitas pessoas, se eu estou tentando emagrecer e não tenho um resultado rápido, acabo ficando desanimada. Então, apesar de tudo, durante 1 ano eu fiquei lutando contra a balança, e mesmo não conseguindo emagrecer, ao menos mantive os meus 90kg.


Foi de Julho a Novembro de 2014 que a minha vida de gordinha mudou, passando dos 90kg para os 73kg, graças a Dukan! ♥

*O título da postagem é o nome de um reality show de perda de peso dos EUA. A tradução seria: O Maior Perdedor. Quem perder mais peso, ganha. 

29 abril 2016

Dica para clarear axila e virilha.

Nunca dei uma de blogueira de beleza/moda, até porque não levo jeito nenhum para isso haha Mas quem tem problema com axila e virilha escuras, sabe como é o desespero de ir para praia ou de levantar o braço - seja para se manter em pé em transporte público cheio ou dar aquela espreguiçada gostosa - e morrer de vergonha, pois apesar de limpinha, cheirosa e depilada, aquela mancha escura faz você parecer alguém sujinha. Por isso resolver compartilhar algo que aprendi esses dias :)

Após muitas tentativas milagrosas de clarear manchas escuras, nada adiantou. Desisti e estava aceitando nunca mais levantar o braço na minha vida ou usar roupa acima do joelho. Mas es que me aparece uma depiladora anjo, e sem eu pedir passou um creme na minha axila e me falou depois para que servia: para clarear.

"Oh, ela passou só uma vez e você já tá indicando.." sim, estou! Porque só nessa primeira vez eu já vi a diferença. Poréééém, antes de você se empolgar e fazer, preste atenção em duas coisas: não sou dermatologista e essa parada pode te dar alergia (vai saber, né), então não reclame comigo depois rs

Após esses dois avisos, vamos lá. Você vai precisar de:

  • água oxigenada
  • pó descolorante
  • shampoo
  • açúcar
  • limão


Ai faz o seguinte:

  1. Mistura a água oxigenada + pó descolorante e passa na axila/virilha.
  2. Vai pinicar um pouquiiiiinho, mas aguenta. Se você achar que pinicou muito de inicio, tira que vai dar merda! RS
  3. Deixe uns 5 a 10 minutos, ou até você perceber que começou a arder mais. Não fique mais de 10 minutos com isso na pele.
  4. Limpe a área com água e algodão.
  5. Misture o shampoo + açúcar + um pouquiiiinho de limão, tipo umas 5 gotinhas e faça uma esfoliação.
  6. Repita esse procedimento uma vez por semana durante 2 meses. Depois você só precisava voltar a fazer quando achar que está escurecendo de novo.
E, gente, só mais uma dica: evitem usar gilete na axila e na virilha, pois com o tempo ela pode deixar a pele mais escura devido. Enfim, é isso. Beijos! 

29 março 2016

Com pequenas mentiras perdemos grandes pessoas.


"Ninguém gosta de mentiras, por mais piedosas ou pequenas que sejam. Não é bom que decidam por nós o que devemos ou não devemos saber, como devemos fazer e por quem devemos enterrar algo.


Não há nada mais avassalador que a mentira e a hipocrisia, pois ambas nos fazem sentir como se fôssemos pequenos e vulneráveis, nos fazem desconfiar do mundo e criar uma proteção de gelo que acaba nos rompendo por dentro. Por isso, com pequenas mentiras perdemos grandes pessoas porque mil verdades são colocadas em dúvida e centenas de sentimentos que acreditávamos serem sinceros também.

A enganação alimenta o mau costume de manipular e fragmentar as experiências e os sentimentos alheios, algo que nos converte em vítimas e que acaba sendo intolerável na hora de procurar o bem-estar e o conforto dentro de uma relação.

Eu gosto que me digam a verdade, e eu verei se dói ou não.

Quando um sentimento tão importante como a confiança se quebra, algo se despedaça em nosso interior. É verdadeiramente triste que boas relações e amizades sejam destruídas por culpa de algo que poderia ter sido evitado.

De fato, quando nos damos conta ou descobrimos que fomos enganados, geralmente pensamos que por mais dura que pudesse ser a realidade, poderíamos tê-la suportado muito melhor que a traição de nossa confiança.

Quando descoberta, a mentira sempre provoca mais dor que a verdade. Além disso, não devemos esquecer que o fato de que a verdade um dia seja revelada é algo muito provável pois, como bem sabemos, a mentira tem perna curta.

De qualquer modo, cabe dizer aqui que não podemos exigir sinceridade e sempre nos ofendermos quando alguém fala a verdade, sendo essa dita com respeito. Isso é importante porque muitas vezes consideramos uma pessoa sincera chata ou “mala”, menosprezando os atos de boa fé.

Seja como for, sempre devemos tentar olhar tanto o engano e a mentira, assim como a sinceridade, sob diferentes prismas. Porque por vezes é tão duro dizer algo que simplesmente fica impossível dizê-lo.

A sinceridade é a base de toda a confiança.

Todos temos a crença explícita e implícita de que a qualidade de uma pessoa depende de sua capacidade para ser sincero e para se mostrar com clareza perante o mundo e perante as pessoas que a rodeiam.

Do mesmo modo, pressupomos que a base de todo carinho sincero é precisamente a aceitação total e absoluta, sem poréns, condições ou desculpas. Ou seja, em princípio entendemos que não temos que mentir nem ocultar nada a quem queremos bem e a quem nos quer bem.

Mas talvez, quanto mais carinho exista numa relação, mais expectativas sejam criadas. O simples fato de crer que vamos um dia decepcionar as esperanças e expectativas que os outros depositam em nós nos faz, em algumas ocasiões, cometer o erro de crer que pequenas mentiras podem ser justificadas se nesse contexto.

Como vínhamos dizendo, no entanto, isso não ocorre dessa forma. Por muito que nos custe entender, devemos parar para pensar o que nos decepciona mais, a falta de sinceridade ou a verdade, apesar de esta comprometer momentaneamente o ideal que os demais têm de nós.

Todos cometemos erros, mas podemos pensar que ocultar o que não se pretende dizer é um erro a mais. É nossa responsabilidade contemplar todas as possibilidades e ser tolerante com os outros do mesmo jeito que gostaríamos que fossem tolerantes conosco.

Partindo desse ponto, cabe a nós analisar se somos capazes de perdoar ou não e como podemos lidar com a situação. E mesmo assim, não podemos nos esquecer de que o fato de que exista o perdão não deve ser uma justificativa para que machuquemos os outros ou os outros nos machuquem.

No final, são as relações de carinho sincero as que são capazes de suportar qualquer verdade e toda a realidade que a acompanha. Mesmo assim, as mentiras podem destruir e devastar a confiança, algo que custa centenas de experiências para construir e apenas um segundo para quebrar.

Devemos, portanto, ter bastante cuidado nesse ponto, que é o mais importante ou ao menos um dos mais importantes de nossas relações afetivas de trocas positivas. Não esqueçamos que a mentira, por mais dura que seja, é uma ótima oportunidade para crescer e selecionar melhor as pessoas que nos rodeiam."

04 março 2016

Ontem me mataram.

"Ontem me mataram.
Neguei-me a deixar que me tocassem e com um pau arrebentaram meu crânio. Me deram uma facada e me deixaram morrer sangrando.
Como lixo, me colocaram em um saco de plástico preto, enrolada com fita adesiva, e fui jogada em uma praia, onde horas mais tarde me encontraram.
Mas, pior do que a morte, foi a humilhação que veio depois.
Que roupa estava usando?Não, preferiram começar a me fazer perguntas inúteis. A mim, podem imaginar? Uma morta, que não pode falar, que não pode se defender.
Por que estava sozinha?
Como uma mulher quer viajar sem companhia?
Você se enfiou em um bairro perigoso. Esperava o quê?
Questionaram meus pais, por me darem asas, por deixarem que eu fosse independente, como qualquer ser humano. Disseram a eles que com certeza estávamos drogadas e procuramos, que alguma coisa fizemos, que deviam ter nos vigiado.
E só morta entendi que para o mundo eu não sou igual um homem. Que morrer foi minha culpa, que sempre vai ser. Enquanto que se o título dissesse foram mortos dois jovens viajantes as pessoas estariam oferecendo suas condolências e, com seu falso e hipócrita discurso de falsa moral, pediriam pena maior para os assassinos.
Mas, por ser mulher, é minimizado. Torna-se menos grave porque, claro, eu procurei. Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos. Por isso e por muito mais, me condenaram.
E sofri, porque já não estou aqui. Mas você está. E é mulher. E tem de aguentar que continuem esfregando em você o mesmo discurso de fazer-se respeitar, de que é culpa sua que gritem que querem pegar/lamber/chupar algum de seus genitais na rua por usar um short com 40 graus de calor, de que se viaja sozinha é uma louca e muito seguramente se aconteceu alguma coisa, se pisotearam seus direitos, você é que procurou.
Peço a você que por mim e por todas as mulheres que foram caladas, silenciadas, que tiveram sua vida e seus sonhos ferrados, levante a voz. Vamos brigar, eu ao seu lado, em espírito, e prometo que um dia seremos tantas que não haverá uma quantidade de sacos plásticos suficiente para nos calar."
(Texto de Guadalupe Acosta, retirado da reportagem: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/02/internacional/1456911848_192026.html)

17 fevereiro 2016

2º dia em Buenos Aires - hotel

Voltei :) Continuando...
  • Hotel.
Apesar de não ter muito o que falar, já que não fui eu que selecionei o hotel, pois já veio fechado no pacote do Hotel Urbano, só tenho uma observação para fazer: verifiquei bem o local em que o hotel está localizado. Acho muito importante a questão de localização por causa de transporte público, movimentação, praticidade, proximidade com farmácia, mercados, restaurantes, etc.

Sobre o Hotel Regis, o hotel que eu fiquei, tenho prós e contras.

Prós:
  1. Localização é ótima. Próximo ao Obelisco e ao Puerto Madero. Perto de mercado, restaurantes, farmácias, cinemas, etc.. Além de muitas opções de ônibus.
  2. Tinha banheira no meu quarto :P E é tudo bem limpinho.
  3. O café da manhã fica servido um bom tempo: das 7h as 11h.

Contras: 
  1. O café da manhã apesar de gostoso é sempre o mesmo todos os dias, e não tem nada para colocar no pão, como queijo e presunto, apenas manteiga, geléia e doce de leite.
  2. Tinha mil opções de wifi do hotel, mas nenhuma estava funcionando no meu andar (fiquei no 4º).
  3. A menina da limpeza jogou uma garrafa de cerveja que estava vazia fora, porém, era da coleção do meu namorado. Independente de estar vazia ou não, a garrafa não estava na lixeira, então não gostei de terem a jogado fora sem permissão. Reclamei disso na recepção, ficaram de nos dar uma garrafa nova, mas... vocês receberam? Porque eu não.
  4. Colocamos o aviso de "não perturbe" na porta quando fomos para o Uruguai (passamos 2 noites fora) e quando chegamos haviam retirado o aviso da porte e entrado para arrumar o quarto. Não respeitaram o nosso pedido de não entrar no quarto.
Acho que é isso. Agora vou contar um pouquinho do 2º dia em Buenos Aires. :)


1. Acordamos e tomamos café da manhã no hotel com muito dulce de leche e medias lunas (doce de leite e croissant).
Media luna y dulce de leche. Trouxe um monte desses potinhos pra casa. hehe

2. De ônibus fomos novamente tentar pegar o cartão VOS, mas ai o responsável por lá informou que estavam com um problema e só dentro de 15 dias. OK, nada de descontos para Bruna! :(

3. Depois ficamos resolvendo se íamos mesmo no estádio Monumental ou não, até que meu namorado disse que não queria ir - e como eu só iria por causa dele - pegamos o ônibus e fomos direto para o Barrio Chino.
Entrada e rua do Barrio Chino.
Pinturas nas paredes no Barrio Chino.
4. Ao sairmos de lá começamos a caminhar para o ponto, quando vimos uma plaquinha informando que o estádio Monumental estava perto, então resolvemos dar uma passadinha. Confesso que não era tão perto quanto a plaquinha informou haha Mas era razoável e a rua que pegamos era linda, silenciosa e cheia de árvores.

5. No estadio Monumental do River Plate tem a opção de visitar o museu de lá + o tour pelo estádio no valor de $ 150, mas nos não quisemos ir.
Estádio Monumental do River Plate.
6. Voltamos pela ruazinha legal até o ponto de ônibus para podermos ir ao Jardín Japonés ($ 70). Que lugar lindo! Sério, acho que foi um dos meus passeios preferidos por lá :) De lá a ideia era visitar também os Bosques Palermos, onde tem uns lagos maneiros e tal, mas estava tão calor e a fome já estava apertando, que eu e meu namorado esquecemos.
A 1ª foto é a entrada do Jardín Japonés e a 2ª é uma das pontezinhas que tem lá.
A 3ª foto é a minha preferida e a 4ª me segurei para não bater nesse treco e sair correndo.

7. Seguimos andando até o próximo destino...
Parei no meio da rua pra tirar foto de um local aleatório, sim! :P
8. Chegamos na Floralis Genérica, que fica em um parque onde você pode sentar em umas cadeiras de praia com guarda-sol e relaxar. Fizemos isso um pouquinho, pois o calor estava brabo, e tínhamos andado bastante.
Vista da cadeirinha para a Floralis Generica.

9. De lá continuamos andando, passando pela Facultad de Derecho, pela ponte legal e colorida que tem lá também, e fomos nessas flores legais que eu já tinha visto na internet, mas não lembro o nome. :(
Facultad de Derecho
As flores gigantes que estão no meio da pracinha, mas que não sei o nome.
10. Eu tinha me programado para ir ao Cemitério da Recoleta e a Biblioteca Pública de Buenos Aires, só que não sabia onde ficava e como o meu namorado já estava desesperado de fome e eu também, resolvemos voltar para o centro e procurar um local para comer por lá. Depois, quando cheguei no hotel, descobri que os locais que eu queria ir, estavam a uma quadra de onde pegamos o ônibus para voltar, mas ok.

11. Queríamos comer comida (aka arroz), por isso escolhemos um restaurante próximo ao nosso hotel que estava com o frango empanado + arroz ou batatas por $ 130. Eu pedi com arroz, meu namorado com batata e dividimos. Somando os 2 pratos + 2 pepsis + serviço de mesa para duas pessoas deu $ 370, se não me engano.

12. Depois... Não lembro mais o que fizemos haha Desculpa!


Amanhã volto para contar sobre o 3º dia em Buenos Aires e a nossa ida de madrugada de barca para Montevidéu no Uruguai. Hasta Luego!